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Faculdade ISL Wyden lança MBA em Tecnologia Aeroespacial

Reunidos na Faculdade ISL Wyden, o presidente da AEB, Carlos Augusto, o Engenheiro Aeroespacial, Sergio França, o Prof. Cidinho Marques, o CEO da ISL Wyden, Rodrigo Marques, e André Barreto, Chefe da Assessoria de Relações Institucionais e Comunicação da AEB. (fotos divulgação)

 

A AEB (Agência Espacial Brasileira) está negociando com empresas estrangeiras para lançamento de microssatélites a partir do CLA (Centro de Lançamento de Alcântara), no Maranhão.

Enquanto isto, a Faculdade ISL Wyden sai na frente para formar mão de obra maranhense para o CLA, criando o MBA em Tecnologia Aeroespacial.

O curso se destina a graduados em engenharias diversas e/ou profissionais de outros ramos com conhecimentos básicos nas áreas de programação e matemática, que tenham interesse no setor aeroespacial e que queiram ampliar sua gama de competências com ferramentas computacionais relacionada a processamento de dados, modelagem, simulação e controle de sistemas.

A propósito, a ISL Wyden vem batendo recorde de procura por seus cursos de graduação.

De olho em um mercado bilionário – e que deve triplicar de faturamento em duas décadas, o Brasil pode receber empresas e entrar no mercado espacial, que hoje movimenta em torno de US$ 350 bilhões (R$ 1,5 trilhão) ao ano.

Segundo a AEB, esse mercado deve alcançar US$ 1 trilhão (R$ 4,4 trilhões) em 2040. Caso seja captado apenas 1% destes negócios, ou seja, US$ 10 bilhões (R$ 44 bilhões) por ano a partir de 2040, já seria uma cifra considerável. Contudo, o potencial de geração de negócios nesta área é bem maior que isto.

Vista aérea do Centro de Lançamento de Alcântara. 

O presidente da Agência Espacial Brasileira, AEB, o Coronel Engenheiro da Reserva Carlos Augusto Teixeira de Moura,  esteve em São Luís, quando falou para universitários na Faculdade ISL Wyden no Calhau, sobre os desafios e oportunidades que o setor aeroespacial trará para o Maranhão.

O acordo entre Brasil e EUA para o uso da Base de Alcântara possibilitará as atividades de lançamento de satélites e foguetes para orbita da Terra a partir do CLA.

A base de Alcântara foi escolhida pela sua localização estratégica e econômica. Por ficar próxima ao Equador, os lançamentos da base consomem em média, 30% a menos de combustível, que os lançamentos realizados das bases norte americanas.

Teixeira afirma que “haverá uma grande demanda por engenharia de sistemas e de operadores bem qualificados para fazê-los funcionar, logo, precisamos incentivar nossos jovens a utilizar os sistemas espaciais  como ferramenta para viabilizar serviços, aplicações que resolvam problemas concretos”.

Para o presidente da AEB, “Alcântara pode se tornar um polo de desenvolvimento espacial, com ampla repercussão sócio econômica, da mesma forma que São José dos Campos (SP), nucleou o desenvolvimento no Vale do paraíba, acreditamos que Alcântara e São Luís, podem desempenhar papel de extrema relevância no desenvolvimento do setor espacial”.

Alunos de diversas instituições de ensino superior da cidade, estarão reunidos hoje na Faculdade ISL Wyden para palestra com o Presidente da Agência Espacial Brasileira.

 

“Com as oportunidades que passarão a existir, será necessária a contratação de novos tipos de profissionais, como o especialista em sistemas computacionais aplicados à engenharia aeroespacial”, afirma Rodrigo Marques,  CEO da faculdade e com grande vivência profissional no Vale do Silício na California.

Rodrigo e a equipe da Wyden vêm promovendo a realização de vários eventos no conhecimento tecnológico tanto para os alunos da ISL Wyden, quanto para alunos de outras instituições de ensino, com a finalidade de democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico e às novas tendências no campo do empreendedorismo.

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