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Cemar dá dicas de segurança de energia elétrica em sua casa

Instalações improvisadas e falta de manutenção são os principais fatores dos curtos-circuitos que causam acidentes. (Fotos divulgação)

 

A eletricidade está o tempo todo ao nosso redor e grande parte do nosso conforto vem dela. Seja ligando e desligando as luzes da casa, conectando equipamentos nas tomadas, wi-fi, computador ou até carregando celular, por isso é necessário, antes de tudo, munir-se de cuidados no dia a dia para evitar graves acidentes.

Levar choques elétricos pode causar alterações na frequência cardíaca, danos aos tecidos nervosos, graves queimaduras e até óbito.

De acordo com um levantamento feito pela Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade – ABRACOPEL, em 2017 foram registrados 1.387 casos de acidentes com energia elétrica no Brasil, sendo mais da metade desse número, casos com morte.

O ambiente doméstico é o local com maior ocorrências dos acidentes com energia elétrica.

A falta das boas práticas em segurança persistem na falsa ideia de que “o jeitinho brasileiro” sempre dá certo, faz com que se pense que alguns consertos dentro de casa não precisam de mão de obra qualificada, e este é um dos grandes fatores para os acidentes envolvendo energia elétrica.

A má escolha de materiais, uma instalação elétrica mal dimensionada e a contratação de profissionais não capacitados, são algumas das péssimas escolhas que se pode fazer durante uma construção ou reforma residencial.

Conforme explica o executivo da área de Segurança da Cemar, Francisco Ferreira, em muitas residências é comum ter fios soltos, emendados e isolados até com sacos plásticos. “A característica de invisibilidade torna a eletricidade perigosa.

Muitas vezes o risco elétrico é desprezado e observamos instalações improvisadas, fora dos padrões técnicos observados pelas normas da ABNT, com materiais improvisados. Esta situação pode provocar acidentes graves e incêndios.”

Pequenas atitudes podem fazer da sua casa ou local de trabalho um lugar mais seguro e sem acidentes corriqueiros, ou fatais, com eletricidade. É importante fazermos isso de forma consciente pois estamos lidando com a eletricidade e alguns cuidados simples devem ser levado em conta.

 

Para evitar qualquer tipo de perigo, siga as dicas:

         Use protetores nas tomadas que não estiverem sendo utilizadas, isto evita que crianças insiram materiais dentro das tomadas;

         Solicitar uma revisão da instalação a um profissional a cada 5 anos;

         Não ligue mais de um aparelho elétrico na mesma tomada. Evite o uso permanente de benjamins, extensões e T’s, preferindo a instalação de novas tomadas ou filtros de linha;

         Não utilize fios elétricos descascados ou estragados. Quando encostam um no outro, provocam curtos-circuitos e faíscas, que podem ocasionar um incêndio ou choque;

         Ao trocar lâmpadas queimadas ou substituir por lâmpadas que consomem menos (LED), desligue os disjuntores e a chave geral e não toque na parte metálica do bocal da lâmpada;

         Nunca deixe aparelhos eletrônicos  próximos de áreas molhadas ou toque em fios sem antes saber se estão conectados à rede elétrica;

         Caso tome choque no registro do chuveiro ou, por exemplo, na porta da geladeira, é importante verificar o aterramento de sua casa;.

         Ao instalar uma antena externa, fixe-a bem distante da rede elétrica;

         Se você tiver um chuveiro elétrico, apenas troque a chave seletora quando o mesmo estiver desligado.

É possível identificar se ocorreu um curto com base em sinais bem perceptíveis.
Sinais de curto circuito

Entende-se que o curto-circuito elétrico se dá em virtude de uma elevada passagem de corrente elétrica, muito ou pouco acima do normal. E, justamente esse aumento repentino da tensão no circuito elétrico que ocasionar essa falha. Isso que faz com que os aparelhos ou instalações que estejam conectadas a esse circuito elétrico parem de funcionar instantaneamente, podendo até queimá-los.

Os fios escondidos dentro das paredes podem até parecer inofensivos, afinal eles não possuem uma maneira de dizer se estão de fato bem, porém eles podem se transformar em grandes dores de cabeça quando de fato não funcionam. Por isso, é necessário ficar atento aos sinais que podem identificar um curto-circuito

 

Cheiro de queimado, vindo de um lugar desconhecido;

Tomadas manchadas de preto, aparentando estarem sujas de fuligem ou queimadas;

Lâmpadas queimando rápido demais;

Queda de energia constante e sem motivos aparentes, ainda mais se você perceber que foi apenas em sua casa ou em alguns cômodos;

Sobrecarga elétrica, ocasionando o desarmamento do disjuntor e a queima do fusível.

 

Depois de identificar a possibilidade de ter acontecido um curto-circuito, você precisa descobrir o ponto do circuito elétrico que está causando isso. É melhor fazer essa verificação logo em um primeiro momento, do que deixar acontecer mais de uma vez, dando a chance de acontecer um acidente grave ou fatal. Por isto também é importante falar da importância dos fusíveis, disjuntores e DRs (ou DDRs). Eles são os responsáveis por proteger a instalação e os equipamentos conectados a ela e, por isso, podem evitar que um curto-circuito aconteça. (fonte Assessoria de Imprensa Cemar)

 

Tags : CEMAR

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